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  Terça-Feira, 10 de Julho de 2007


Live - Super Bock Super Rock - Dia 3
publicado por Miss Violett
 


4 de Julho 2007

@ Parque Tejo



Noite Morna


TheRaptureO terceiro dia do Festival Super Bock Super Rock caracterizou-se por uma noite morna, sem grandes destaques ou euforias. Talvez porque era a noite com menos adesão, onde se verificou menos de metade da afluência do primeiro dia. Outro factor de menor afluência foi o cancelamento dos The Rapture, que iriam dar o seu primeiro concerto em Portugal. O cancelamento deveu-se ao estado adoentado do vocalista que se viu forçado a cancelar o concerto, notificação essa que só se fez chegar à organização (e por conseguinte ao público) no próprio dia do concerto. Para corrigir este imprevisto, os concertos agendados antes da banda cancelada foram todos atrasados, tendo começado a maratona musical só por volta das 18h.

No entanto, como só marquei presença a partir das 20h, hora em que sobem ao palco os Clap Your Hands Say Yeah, vou começar a minha review por aqui mesmo. Dado para comprovar o sentimento morno do recinto foi esta actuação, que se antevia ser bem melhor e mais interessante. Talvez seja a voz do vocalista que se manteve sempre no mesmo tom do princípio ao fim do espectáculo, o que é certo é que não aqueceu nem arrefeceu os poucos resistentes frente ao palco. O meu único e possível comentário é: entediante e cansativo.

MaximoParkPara compensar, os Maximo Park surpreenderam! As expectativas para ver a segunda actuação da banda em território luso (estiveram há 2 anos no Sudoeste) não eram muitas, mas acabaram por conseguiar cativar a atenção até dos mais cépticos (o meu caso). Contrariamente ao que se passou com os CYSY, foi exactamente a performance do vocalista, com uma atitude incansável e comunicativa que manteve o público interessado. Passeava-se ao longo de todo o palco, mostrando um figurino donde constavam uma camisa branca, um chapéu de coco e uns óculos com uma grande armação quadrada e branca. À medida que introduzia os temas, aproveitava para explicar a história ou razão por de trás de cada composição. De referir já agora o tema de abertura (ainda não conhecia) "Girls Who Play Guitars" que serviu na perfeição para introdução do espectáculo. De resto, foram os singles já bem conhecidos do público (e mais uma vez, não me canso de referir, promovidos eficazmente pela Rádio Radar) que se destacaram, proporcionando momentos mais animados, como "Aplly some Pleasure" e "Our Velocity". Thumbs Up for Maximo Park!

Chega então o espectáculo para maiores de 18...sim, porque Jesus & Mary Chain tiveram o seu auge já há 20 anos atrás e por isso é natural que tenham atraído um público um pouco mais velho. Esperava-se também ve um manto mais escuro de roupas pretas e penteados desgrenhados, mas estes fizeram-se representar por uma pequena minoria. A actuação não arrancou da melhor forma, houve problemas com as guitarras logo de início, tendo prejudicado o mítico aparecimento em palco. Ora houve-se as guitarras destrocidas a anunciar a grande entrada, ora pára tudo que isto não está bem. Lá se fazem os ajustes necessários e revivemos o dejá vu. Mas como os anos não perdoam, este comeback mostrou-se forçado, com duas figuras bastante apáticas e paradas que raramente exageraram nos feedbacks e distorções que lhes fizeram os Jesus & Mary Chain. Foi uma desilusão parcial, mas compreensível. Temas com melhor recepção: "Just Like Honey" (que não teve direito às backvolcals da Scarlett Johansson), "Head On" ou "Cracking Up".

LCDSoundsystemLCD is playing in my festival....my festival! LCD Soundsystem foi sem dúvida o concerto da noite, mas relembro que mesmo assim manteve a noite morninha, só esteve um bocado acima do resto das actuações. A banda bem composta em palco entra com "Us vs Them", com um ritmo bem chocalhado que antevê uns bons minutos de festa. Foi o que se passou também com "North American Scum", um hino anti-nacionalista que todos esperavam gritar e saltar repetidamente cada vez que surgia o refrão. O reportório funk lá continuou até que surge "New York I Love You, But You’re Bringing Me Down", um som distante do que se tinha ouvido até agora, mais sentido do que dançado que serviu para terminar a terceira noite do SBSR. Ficou-se alguns minutos a aguardar um encore que não apareceu....fazia falta mais um tema ou dois.


 

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